domingo, 11 de outubro de 2009

Atingindo as nossas metas com alta performance

Na revista Runner´s de outubro li uma reportagem sobre Dean Karnazes. Para quem não o conhece, ele é um sujeito americano que simplesmente adora bater recordes pessoais, um deles foi o de correr 50 maratonas em 50 dias seguidos! A máquina tem 3% de gordura corporal, 38 bpm de frequência cardíaca basal e corre 50 km todo o dia como treinamento.

Não quero repetir aqui a reportagem da revista sobre os seus feitos, manias etc, mas o que vale a pena enfatizar são as suas respostas diante das questões de curiosos enaltecendo seus dotes físicos naturais para tais façanhas onde invariavelmente responde que não possui nada além de muita dedicação e perseverança.

Óbvio que a maioria das pessoas não conhece os limites dessas duas palavras, senão haveriam várias delas atingindo as performances que já não poderiam ser consideradas excepcionais por esses motivos.

Eu acredito que é justamente essa postura diante da vida, com total dedicação e perseverança às metas as quais julga poder cumpri-las, que diferencia o sábio do bobo da corte.

Diz Karnazes, "Somos 70% cabeça, 15% treino e 15% dieta...Não tenho nada de diferente ou de especial". Esquece apenas de enfatizar que, além dessas características comuns, ele carrega consigo uma imensa vontade sobre conquistas, mas talvez levasse muito mais tempo explicando o que faz para manter essa auto-estima lá em cima do que percorrer os 42 km da maratona.

O que vale mesmo a pena é ouvi-lo quando ele fala sobre o respeito aos seus limites, para impor a condição de superar os seus próprios obstáculos diante da vida. "Eu faço o meu melhor nas competições das quais participo. Se eu chegar em 15, realmente não me importo. A vitória não é o que me motiva. O que quero para mim é terminar e saber que fiz o meu melhor. Se foi a 15 colocação, que seja. Prefiro isso a chegar em primeiro lugar e saber que não dei tudo de mim, que poderia ter sido melhor. Isso tem que ser verdadeiro", ressalta ele.

Você amigo leitor, pode achar que essa reflexão soa piegas ou conversa fiada.

Mas veja o que dizem outros que chegaram lá:

"Sinto uma dor terrível, um cansaço insuportável. Mas uma alegria imensa ao saber que terminei o meu treino conforme havia planejado", Michael Jordan quando era ainda jogador universitário.

"Quando estou na raia, é como se eu parasse de pensar e me concentrasse apenas em nadar e nadar cada vez mais forte, não me preocupando com o adversário, nem com as dores insuportáveis. Sempre quando ajo assim, coisa boa vem", Cesar Cielo, ao bater o recorde mundial dos 50m.

"1% inspiração e 99% transpiração", Albert Einstein, quando perguntado sobre o que o faz ser tão genial.

"Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si mesmo.", Ayrton Senna, respondendo sempre com a mesma resposta às perguntas sobre como faz para alcançar tamanha performance.

"No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz.", novamente Ayrton Senna.

"Não sei dirigir de outra maneira que não seja arriscada. Quando tiver que ultrapassar, vou ultrapassar mesmo. Cada piloto tem um limite. O meu é um pouco acima do dos outros.", Ayrton Senna, comentando onde é o seu limite.

"Podem ser encontrados aspectos positivos até nas situações negativas e é possível utilizar tudo isso como experiência para o futuro, seja como piloto, seja como homem.", Ayrton Senna, como podem ver, sou fã desse cara.

"Campeões não são feitos em academias. Campeões são feitos de algo que eles têm profundamente dentro de si - um desejo, um sonho, uma visão.", Muhammad Ali

"Determinação, coragem e autoconfiança são fatores decisivos para o sucesso. Não importa quais sejam os obstáculos e as dificuldades. Se estamos possuídos de uma inabalável determinação, conseguiremos superá-los. Independentemente das circunstâncias, devemos ser sempre humildes, recatados e despidos de orgulho.", Buda

"Não tinha medo das dificuldades: o que assustava era a obrigação de ter que escolher um caminho. Escolher um caminho significava abandonar outros.", Paulo Coelho

"Cada um de nós faria mais coisas, se as julgasse menos impossíveis.", Duque de La Rochefoucauld


Chip Hunter
Out/2009

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Notas do Editor

Não poderia ficar ausente diante da "pressão" psicológica imposta pelo grande Eduzão, pra ficar somente nesse eufemismo. Como editor do blog, tenho a missão de qualificar os posts, arrumar uma coisa aqui e ali, deixar os textos mais aparados na forma e também medir bem os conteúdos para que fiquem o mais perto possível daquilo que o autor tenha querido escrever.

Ocorre que, como editor, eu também gosto de escrevinhar. Mas, para relembrarmos o primeiro post, esse blog nasceu não como um instrumento para o qual ele de fato existe na sua concepção usual, mas para trocarmos idéias preferencialmente sobre o poker, esse jogo que todos idolatramos. E isso não tem ocorrido com a frequência e quantidade necessárias para gerar aquilo que nossos ancestrais gregos adoravam fazer: produzir dialéticas no intuito de abrir possibilidades para novos conhecimentos!

Na verdade esse blog também tem a sua versão "Caras" onde podemos tratar os assuntos que quisermos (editado é obvio), mas o assunto primordial é o poker e para isso, como disse, é necessário haver maior interação...

De minha parte, como gosto muito do jogo e também gosto de estudá-lo em todas as suas dimensões, ficaria muitíssimo satisfeito se pudesse fazê-lo diante de cenários traçados pelos amigos do blog. A interatividade tornará o blog mais interessante e sendo assim trará outras contribuições com novos assuntos.

Dessa forma imagino que o blog se tornará o lugar onde todos os amigos possam de fato colocar o seu ponto-de-vista, sem qualquer constrangimento!

ChipHunterinsearchofnewpossibilitiesintheblog!

Para que serve um Blog?

VOCE SABE RESPONDER A ESTA PERGUNTA?
PARA QUE SERVE UM BLOG ENTÃO?
CERTAMENTE NÃO SERIA PARA CONFETES E SERPENTINAS, RASGAÇÃO DE SEDA.
ENTÃO... JÁ ERA...

POIS BEM, TENHO LIDO ESTE BLOG DESDE SEU INÍCIO E NÃO CONSEGUI ENXERGAR OUTRA COISA SENÃO SEDAS RELUZENTES RASGADAS, CONFETES DESPEJADOS SEM MISÉRIA, E POR AI VAI...

QUANDO FIQUEI SABENDO DA EXISTÊNCIA DESTE CANAL DE COMUNICAÇÃO (CANAL DE COMUNICAÇÃO É BONITO HEIN?), PENSEI QUE MESMO ESTANDO LONGE, PODERIA ACOMPANHAR O QUE ACONTECIA COM MEUS AMIGOS, PARCEIROS, ADVERSÁRIOS, SEI LÁ O QUE TAMBÉM...DE REPENTE ATÉ NOTÍCIAS DO CORINTHIANS, PALMEIRAS, DA LUSA QUEM SABE...DO AMARAL...

AMARAL?? (BRINCADEIRINHA GRANDÃO, AI FOI MAL, CALMA, CALMA).

MAS ENFIM, TUDO ESTARIA A CONTENTO SE NÃO FOSSE O EXCESSO DE CASOS E CAUSOS DE AMOR QUE AQUI ATÉ NOS FAZEM CHORAR.

É ISSO MESMO..!!! E PELO QUE ANALISEI, TEMOS ATÉ UMA DUPLA EXTREMAMENTE APAIXONADA, QUE RASGAM SEDAS EM TODOS COMENTÁRIOS E ATÉ COMENTAM SOBRE A DIETA DO CASAL, ..NADA CONTRA, MAS ESSE ERA O INTUITO DO BLOG?

POIS BEM, RESOLVI ME REBELAR CONTRA ISSO TUDO... ESTOU AQUI, A 600 KM DE SP, TREMENDO DIA A DIA POIS AQUI NÃO TEM NENHUM JOGUINHO, E AO INVÉS DE PODER SACIAR MEU VÍCIO ATRAVÉS DA LEITURA DE CASOS E CAUSOS DO NOSSO TÃO ESTIMADO E VICIANTE POKER, TENHO QUE FICAR LENDO ESSA BABAÇÃO DE OVO SEMANAL.

DIGA–SE DE PASSAGEM, ELES SEQUER ESCREVEM MAIS, ACHO QUE ESTÃO DISCUTINDO A RELAÇÃO!

SENHORES ADMINISTRADORES DESTE BLOG, POR FAVOR, VOLTEM A POSTAR NOVOS COMENTÁRIOS, OU O QUE QUER QUE SEJA, FALEM DO NOSSO CLUBE, DIVULGUEM PREMIAÇÕES, TORNEIOS, EVENTOS, BAD-BEATS, QUEM GANHOU, QUEM “QUEBROU”, QUEM QUEIMOU, DAS ESTRELAS E DE QUEM ESTRELOU...

FIQUEM MUITO P...S COMIGO E SE QUISEREM NEM POSTEM ESTE COMENTÁRIO, MAS POSTEM OUTROS ENTÃO...FALEM DA ESSÊNCIA DO POKER E DO QUE VEM ACONTECENDO EM “NOSSA CASA” SE É QUE O ROGER ME PERMITE CHAMAR ASSIM... MAS NÃO DEIXEM QUE O BLOG ACABE POR FALTA DE POSTAGENS E MUITO MENOS POR EXCESSO DE PLUMAS E PAETES...

ABRAÇOS DO “AMIGO” (EU ACHO QUE DEPOIS DESSA, NUM SEI NÃO?)
EDU – BIRIGUI

domingo, 4 de outubro de 2009

De Volta a escrivaninha!

Salve senhores do pano,espero que estejam todos bem!!

Nossas atualizações estão sendo poucas mas acho que alguma coisa tipo slogan da Tostines, atualiza pouco por que a galera não lê ou a galera nao lê por que atualiza pouco!! Não sei não, mas vou continuar fazendo a nossa parte, afinal essa é a nossa proposta; audiência é consequência. Entao senhores vamos tentar uma atualização mais rapida contando um pouco dessa familia que esta aqui se formando. Sem rasgação de seda (chega né), vou tomar o Chip Hunter como exemplo, pois ele é uma das referências da galera aqui, pra todo mundo perceber que craque tambem sofre, o craque está numa fase ruim o que a gente, metido à americano, chama de bad run.

Tenho conversado muito com ele e temos uma opinião comum sobre isso, na verdade o que diferencia um bom jogador de um mau jogador é fundalmentalmente o tilt, ou seja, se vc não estiver tranquilo e focado a chance de tiltar e sair do seu nível normal de jogo é muito fácil, portanto estamos mais focados agora no aspecto emocional do jogo, vou tentar explicar com números o que esse diferencial emocional faz colocando alguns parâmetros numéricos pra tentar expressar mais claramente o que penso disso. Digamos que temos dois jogadores que forma avaliados por duas bancas uma de jogadores e outra de psicólogos,que lhes atribuiram notas .

Jogador a : nota como jogador 7,nota no aspecto psicologico 3
Jogador b : nota como jogador 5,nota no aspecto psicologico 7

Essas notas são meramente ilustrativas, afinal de contas quem somos nós a fazer esse julgamento mas segundo minhas referencias o jogador nota a se mostra um cara conhecedor da matematica do jogo, uma boa leitura de oponentes uma boa administraçao de stack entre outras virtudes, e num jogador b nota 5 temos um cara bem simplista com poucos movimentos, aumentos e carascteristicas padrão o que o torna um jogador razoavelmente facil de ser mapeado, portando uma presa facil ao jogador a ,mas a pratica mostra que nao é bem assim pois um cara com nota 3 no aspecto psicologico demosntra um auto controle muito baixo, um despreparo total ao lidar com frustraçoes o que fazem dele uma bomba relogio, sabendo disso e fazendo uma bem a grosso modo só a titulo de ilustraçao temos um jogador nota 5 = 7+3/2 enquanto que o outro jogador que administra bem suas emoçoes suas frustaçoes que sao inerentes ao jogo, se mantem centrado e focado no seu jogo mantendo sempre o mesmo ritmo temos entao um jogador nota 6= 5+7/2.Entao senhores tentando explicar mais ou menos acho muito mais muito importante o equilibrio do que a tecnica .Moral da estoria se beber nao dirija e se tiltar nao jogue .lol.mais ou menos isso.


Saudaçoes Palestrinas

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Você sabe de fato quem você é?

No post anterior, o grande Rocft pede “surrender” diante do nosso desafio, atribuindo à minha força de vontade e à utilização da tática de guerrilha “suntzuista” para vencê-lo, em contraposição à sua alegada subestimação baseada em premissas equivocadas, o que o teria deixado leniente na sua preparação para um resultado melhor.

Após cerca de 8 semanas de intensas batalhas, cada qual já tinha dissipado pelo ralo mais de 10kg de toucinhos prazeromente consumidos durante anos, e pelo perfil de gladiadores que já se delineava nessa disputa, o desafio certamente provocaria uma intensificação nos dias seguintes, dado os grandes resultados de ambos nesse curto período, o que certamente subrepujaria a qualquer insinuação de desistência naquele momento. Além disso, devo admitir que o prêmio que havíamos atribuido ao vencedor era de fato um parâmetro relevante...

Eis que surge então, a figura do grande mestre, meu querido Pajé que, analisando tão árdua disputa e antevendo que não haveria mais um ganho satisfatório em se mantendo a disputa de acordo com o propósito inicial, propôs o empate técnico, a qual aceitamos na hora e eu, particularmente, agradeci ao grande mestre pela lúcida interpelação, até porque os meus planos haviam mudado...

Meu amigo Rocft, você, como grande observador, acertou em cheio quando percebeu que o tirei do foco, mas não por demérito ou por desconsideração ao faixa-preta que é, o que seria de minha parte atitude pouco inteligente ou totalmente ingênua e precipitada.

O que de fato ocorreu nesses dois meses e pouco - e aí eu tenho muito à agradecer-lhe, pois você foi parte importante nisso – é que, de repente, fui descobrindo possibilidades baseadas em novas perspectivas as quais, como num passe de mágica, começavam a fazer todo sentido pra mim naquele momento e, como tal, obrigavam-me a desafiá-las quase que instintivamente. Cada vez mais me confrontava em cenas pitorescas, porém reais, conversando com pessoas diferentes do meu meio natural a respeito de quase tudo que não fosse puramente banal, trivial, porém numa simplicidade suficiente para mantermos o bom tom e interesse, discorrendo sobre os nossos objetivos e incertezas a cerca da viabilidade para concretizá-los conforme as nossas mais lúcidas determinações e, ao mesmo tempo, ponderando-os diante dos nossos conflitos e dores existenciais, que no final das contas, se não deixam de ser as nossas defesas diante do agir defenestrado, são também os nossos freios para uma vida de realizações maiores.

Procurei me interessar também por leituras sobre pessoas que lidaram com as dificuldades do tipo que povoam insistentemente as nossas mentes, pautando-me, por consequência, a considerar, racional e exato que sou, as idéias que saltariam de suas análises, para a correção ou melhoria das trajetórias de suas vidas e, porque não, da minha própria.

Então, como nos assombrosos lampejos das grandes tempestades, após lacônicas chuvas mornas e rotineiras que perpassam durante a maior parte de nossas vidas, percebi que sempre estaremos aquém de nossas próprias possibilidades, não importa o quanto tenhamos já conquistado. É insípido o conhecimento que temos sobre nós mesmos, quando somos nós e não os nossos heróis, a atingir os objetivos traçados. E que a maioria de nós sucumbe às dificuldades associadas, pois gostamos de nos penalizar, certos de que conhecemos o impossível (?!) e, sendo assim, julgamo-nos impróprios para a tarefa; e no limiar de nossas atitudes, adoramos mais é o conforto de nossas ações sempre muito bem articuladas para que nada seja tão demasiado a ponto de nos sentirmos ultrajados em nossos esforços; o que sempre esperamos, isso sim, são as recompensas pelo acaso de nossos destinos!

Lembrei-me de Confúcio. “Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha”. Então, para chegarmos à algum lugar, é preciso antes de tudo, dar o primeiro passo. Em seguida, o segundo. E a cada movimento, descobrimos modos de fazê-lo melhor, prestando simplesmente atenção a nós mesmos. O quanto temos a melhorar e descobrir, enfim. É a interiorização em si mesmo, varrendo as mazelas que ficaram no caminho e cicatrizando definitivamente as feridas que insistem em abrir à menor lembrança de que foram um dia chamuscadas. É o apagar das memórias que nos trazem recordações que nos afundam na melancolia recorrente, impedindo-nos a prestarmos atenção às essas novas possibilidades.

É o agir absolutamente! Por quê temos que ter referências se não temos ainda a capacidade de nos descobrir como seres humanos potencialmente melhores a cada dia?

Foram por esses motivos, meu grande amigo, que eu desfoquei, na verdade não você, mas a competição em si, para me dedicar a mim mesmo, em busca dos nossos potenciais adormecidos, que hoje sei, estão sempre lá, e que para acioná-los é preciso pinçá-los forte e decididamente através de nossa vontade de proseguir sempre em frente ao compasso de nosso futuro. É o autoconhecimento suntzuista, o primeiro passo para sermos vencedores nas grandes batalhas que a vida criteriosamente vai nos brindando ao passar de nossas existências!

Quero agradecer então à você, Rocft, meu grande novo amigo e guru, que tão bem soube propor esse desafio que, aliás, tenho a impressão que já sabia de antemão de que conseguiríamos a vitória! Parabenizo-o também pela maneira sempre íntegra e justa de seu posicionamento diante das regras, no intuito de estabelecer-se critérios equilibrados! Sei que isso é default para você, mas não o é para a grande maioria dos competidores.


Chip Hunter in Search of Excellence (in Health!)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Meu ídolo, meu herói, meus amigos e meu surrender!

Amigos do pano, talvez seja recorrente o que desejo postar agora, mas não importa, esse espaço foi criado justamente para darmos vazão ao que sentimos e pensamos, então, mais uma vez gostaria de traduzir aqui o que sinto nesse momento sobre as pessoas que hoje fazem parte do meu dia a dia e que, portanto, afetam o meu humor, meus hábitos e minhas atitudes. Como não poderia deixar de ser, boa parte desse pessoal é o que está aqui comigo, no GDR Poker Room, e sempre serei grato a todos eles que frequentam a nossa convivência, claro, com espírito altamente competitivo, porém dotados de uma sociabilidade da qual me orgulho muito, quando sei que essa qualidade muitas vezes não é praxe nesse nosso meio.

Então vamos a esse deleite. O Poker, que jogo genial, fascinante, intrigante, algumas vêzes injusto, porém logo ali na frente ele subtrai essa injustiça pregando uma peça na mesma moeda ao seu adversário, dando-lhe um saboroso bad-beat, conferindo-lhe o mesmo sentimento de injustiça e por ai vai, e é por isso que o Poker atrai cada vez mais pessoas de todas as matizes em torno da mesa.

O amigo já pode ir dizendo mais uma vez lá vem ele com os seus paradoxos... não, desta vez parei por aqui. Na verdade, apenas quis abrir o texto dessa forma para dar ênfase ao quão maravilhoso o poker de fato é; sem querer fazer qualquer apologia aos clubes, sei que existem muitos lugares verdadeiramente ruins por ai e até mesmo a internet tira um pouco da essência dessa maravilha engenhosa chamada Texas, o contato pessoal.

Incrivel e eis aqui mais um paradoxo que ocorre, num ambiente que outrora fora somente de foras-da-lei e presença de senhoras de favores pagos ou de tudo que estivesse a margem da lei, hoje o poker room se tornou um lugar de encontro de amigos, e amigos do bem, até relembrando o paradigma segundo o qual os próximos se procuram, isso é a mais pura verdade pois nunca imaginei e juro pra vcs sem demagogia nenhuma, encontrar pessoas que me acrescentassem tanta à vida num curto periodo é realmente emocionante em todos os sentidos! Como sou uma pessoa muito passional, poderia aqui ficar citando vários amigos que essa empreitada me proporcionou, mas pôxa, em tão pouco tempo?

Pois é essa minha filosofia de vida, você sempre terá a corda para se enforcar, ou seja, a liberdade que temos é a nossa maior restrição, se a pessoa nao souber conviver com isso, estar ao meu lado lhe será hostil e a relação vai minguar, certeza absoluta. É por isso que não me importa o tempo que conferimos à amizade, mas sim a intensidade e a forma como essa interação se aplica no dia a dia.

Aqui no GDR, sempre recebo a todos de braços bem abertos sem qualquer processo seletivo inicial, porém com o passar do tempo a dinâmica de interações que lubrificam os relacionamentos vão dando o tom de nossas ponderações, fazendo com que consigamos separar o joio do trigo. Posso até cometer erros, mas acredito que são pontuais e passíveis de serem corrigidos, porém os parâmetros que me fazem crer que eu esteja certo de minhas escolhas são os níveis de amizades que possuo, razões pelas quais não tenho motivos para mudar.

Nossa meu, mas por quê você tá falando disso tudo agora? Simplesmente por que faço questão de enfatizar principalmente aos que me conhecem há pouco tempo, que não falo as coisas por demagogia, procuro sempre ser direto, franco,...mas chega de blá-blá-bla e vamos ao que interessa: Amizade: na etimologia minha e não a do Aurélio (alma em dois corpos) É ISSO. Eu penso meu, vou te falar, sou um privilegiado nesse aspecto, cada vez mais a vida me brinda com essa benção que é a amizade. São tantas amizades conquistadas ao longo de várias jornadas, algumas de uma vida inteira, outras apenas amostras que já me fizeram crer que o tempo realmente não é importante.

Repetindo, quero dedicar esse post novamente à algumas pessoas, mas desde já peço desculpas à todos aqueles que não são citados, mas que sabem o quanto são importantes para mim. Meu primeiro amigo como não poderia deixar de ser é o meu pai, pô tô até chorando só de falar o nome do velho! Veja então se eu não gosto e admiro esse cara, num simples parágrafo sobre ele, já me desmancho. Quem nos conhece de relance, podem achar estranha a nossa relação, pois a gente se xinga, briga até por coisas tolas, mas é muito difícil algo nesse plano terrestre que nos separe, pois não há nem haverá maior e melhor referência em tudo que faço na minha vida! Esse homem, juro a vocês, é um Superman; não vou aqui falar mais dele pois ele já se acha demais, apenas mais uma coisa: Ele sempre será o meu maior ídolo, nunca haverá outro, podem crer!

Então, após descobrir o significado de uma verdadeira amizade através da figura de um pai, vários amigos fui conquistando ao longo dessa minha existência, alguns estão sempre próximos até hoje, com muitas lembranças excelentes, lições de vida que vivenciamos juntos, que os digam o Flavio, Clayme, o Salim, Fabio e o Saloo. Esses caras sabem o que significa pra mim tê-los sempre por perto, realçando e lustrando as nossas amizades sempre ao sabor de nossas lembranças e o que podemos construir juntos nessa estrada que aprendemos a sempre compartilhar sem usuras, receios, apenas guiados pelos nossos sentimentos comuns, porém de altíssimos valores, os quais sabemos que nos são sempre caros...

E como acredito que a vida sempre nos surpreende a cada dia, eis que surge o que viria a ser o meu melhor amigo, o Raphinha, meu samurai e como tudo na vida é uma questão de mentalizar aquilo que você quer de melhor a quem você ama, a quem você dedica a sua vida para ver essas criaturas sempre sorrindo e felizes, sua chegada meu filho, foi uma benção de nosso papai do céu, dando-me uma alegria que não posso traduzir em palavras, mas que vem do fundo de meu coração, aquele sentimento que somente quando o sentimos sabemos do que se trata...

Um verdadeiro samuraizinho, um guerreiro, meu filho, que logo no começo da vida já passou por tantos revezes em que a maioria de nós adultos sequer imaginamos um dia passar. Mas, o meu guerreirinho, nos seus poucos aninhos, sempre foi me ensinando o que é de fato ser forte, mostrando-me um sentido diferente da vida, com a sua vontade surpreendente para ultrapassar as dificuldades que lhe aparecem, sempre sorrindo, aquele sorriso verdadeiro de criança, os seus olhinhos cintilantes, dando-me a demonstração cabal de que é sempre preciso ser forte, guerreiro, lutar pela vida, pela felicidade, pela alegria da conquista de uma espaço nessa nosso mundo...Desde o início, pela forma que as coisas foram correndo, já via claramente a inversão dos sentimentos normais de um pai diante do filho, pois era ele quem me passava o sentimento de fortaleza e serenidade, por mais que a situação não estive tão boa pra ele; ele sempre nos reconforta com o seu olhar, seus pequenos gestos tão cheios de ternura, sorrindo, como dizendo-nos para ficarmos tranquilos que aquilo ele tiraria de letra.

Não sou de ferro, nunca fui, estou agora aos prantos, e é dessa maneira que quero relatar, que nesse pouco tempo de convívio entre nós, ele tem me ensinado diariamente o que significa sobrepujar as dificuldades inerentes que a vida coloca sobre nosso colo sem pedir permissão. Poderíamos ficar nos lamentando por esses e outros infortúnios, mas a memória do meu samuraizinho não tem espaço para lamentações, essa é uma das razões de minha profunda admiração por ele; tudo isso que estou relatando não é corujice, nunca fui bom nisso, todos sabem, mas aprendi com meu primeiro amigo que o que já está bom nao precisa ser comentado nem realçado. Então, esse papo de "meu garoto" aqui nao rola, o que rola é admiração a um garoto de espírito guerreiro, um samurai que já nasceu samurai, já brigou pela sobrevivência sem ter aprendido com ninguém, seguiu simplesmente seus instintos de guerreiro e pra coroar a sua honra passou por tudo isso sem perder a classe do sorriso. Você pode falar, pô mas é uma criança, mas vejam, estive por 30 dias em uma UTI pediátrica e via a tristeza estampada nos rostos das outras crianças, mas ele se manteve com o moral impassível, um exemplo um guerreiro, parabéns Raphinha!!!

Ôooooooooooosssssssssss! Pois é, mas e o poker? Bom as coisas foram fluindo na minha vida até que pra quebrar vários paradigmas, um dos meus amigos enveredou pelo Poker, um tal de Akkari, nem quero comentar nada sobre a nossa amizade, pois o bicho virou celebridade então, qualquer coisa que eu falar dele vai parecer papagaio de pirata, mas o quero comentar viu Pelica, que fica entre nós, ele me deu uma força pra abrir um clube, pois meu outro negócio não ia mais bem, me juntei com um outro amigo que também dispensa comentários, um espanhol teimoso, metódico, mas duvido que muitas pessoas no mundo tenha a sua lealdade, altruísmo, um grande exemplo de ser humano, Saloo!. E aí embarcamos nessa nova etapa de minha vida e as coisas foram andando, apareceu um tal de Rocha um puta babaca, que joga mal pra cacete porém pra quem o conhece sabe que ele é mais carismático do que tight e ele folda KK pre-flop como se fosse a coisa mais natural do mundo e nem fica vermelho (vê se ele é tight), portanto imaginam o tamanho do seu carisma desse malandro teimoso pra cacete, mas ainda vou ensinar uma paradas pra ele vai ficar de fato bom. Minha querida Anita, sei que vc é uma das leitoras do nosso blog, me ajuda a fazer com que ela assista o The Secret, isso vai ajudá-lo muito, a gente é o que a gente pensa, bom mas enfim esse malandro me ajudou muito, trouxe uma galera muito gente boa que já foi citada e bem descrita no ultimo post pelo Edu, grande Eduzão, salve o curintia (Obina neles), muita gente boa mesmo não vou falar de novo pra não ficar chato, mais né.

Bom nessa leva veio um tal de Luis, um japonês gordo, bem humorado (é claro, gordo não passa vontade tá sempre de bom humor), veio aqui no primeiro dia falou todos os termos técnicos do Poker, que já tinha lido uma biblioteca e tal, metido a intelectual do jogo. E aí, como estavamos na frente do computador, resolvi consultar os seus ganhos na internet e pra nossa surpresa se tratava de um Fish de Aquário, ou seja, jogador muito fraco!! Muito bem, enquanto conversávamos, eu, o Rocha e o Korea, o japonês decidiu jogar um jogo fraco que estava rolando na mesa e enquanto continuávamos conversando, ele nadava de braçadas na mesa dava falinha, blefava e mostrava... Quando me dei conta disso, falei, ôpa na minha piscina o tubarão sou eu (ou era rsrsrsrsr...). Sentei na mesa e em poucos minutos deixei o japinha só com o elástico do dinheiro, caiu duro, me dei por satisfeito, tinha colocado o guru do Rocha no seu devido lugar, ridicularizado seus ganhos na internet e a vida seguiu.

Então esse japa gordo sempre sorridente começou a frequentar o GDR, seu carisma maior que sua barriga contagiava a todos, principalmente a mim, ao ponto de um dia um cara que não vou citar o nome, pois ele não merece esse crédito,foi muito, mas muito escroto na mesa com o japa, na hora eu não falei nada, mas depois refleti e falei se fosse comigo eu teria feito algo diferente, mas o japa se controlou e tal, e começou a chamar a minha atenção, daí pensei, pôxa, ele não tomou qualquer atitude pois estava numa casa estranha e então nos respeitou... Então, no outro dia, liguei pra ele e falei ô japa escuta aqui, você ontem mostrou uma paciência muito grande e se isso foi em respeito a nossa casa, a partir de hoje, você está autorizado a responder a esse cidadão a altura, portanto fique a vontade; em outras palavras, fica tranquilo que já vimos que você é do bem e outro é um covarde, então se quiser soltar a cachorrada fica a vontade, a casa é sua. E pra minha surpresa, ele esqueceu o episódio, mantendo-se de forma sempre muito tranquila na mesa mesmo quando perdia, e como ja disse em outro post o bicho é uma enciclopédia e comecei a admirá-lo cada vez mais pelo seu equilíbrio, depois pela técnica e descobri que naquele dia que eu o deixei duro, o malandro tava era usando a verba de propaganda, um puta jogador realmente um ás do Poker...

Inspirado numa aposta entre o Akkari e o Caio Pimenta, onde o desafio era perda de peso, minha afinidade e admiração por ele já estavam suficientemente grande pra desafiá-lo da mesma forma. Feita as regras como enunciado no post Fat Challenge, a galera começou com o “você já perdeu... o japa é maluco... ele parou de fumar de estalo, um cara com uma opinião muito forte...; mas como todo bom faixa preta que sou, o que eu mais quero é guerra, e guerra justa. Isso significa adversário a altura, fiquei super feliz por achar um oponente assim e como guerra é guerra caí pra dentro tempo ruim o tempo todo, pressão no Japa . Academia, remédio-dieta, falei, vou arrumar uma nota e ganhar saúde, que sonho...

Na medida que foi passando o tempo, depois de aparentemente ganhar as primeiras batalhas, vi que o desafio seria uma verdadeira guerra, e não aquilo que imaginava a priori. Então, errei, estimei muito mal, e quem erra nas suas premissas, dependendo do tempo que temos, fica praticamente impossível reverter a situação e inevitavelmente paga caro...Subestimei o japa, “Suntzu - conheça a si mesmo e ganhará metade das batalhas, conheça a você e o seu adversário e ganhará todas as batalhas”, pensei, moleza o japa, mais velho, metabolismo mais lento, diabético, retenção maior de líquidos, trabalha durante o dia todo enquanto eu posso treinar pra valer... falei, essa vai ser moleza, o japa vai cair da cadeira. Mas, para minha surpresa, a cada semana o bicho se tornava cada vez mais magro, parecendo que nem se importava com o seu adversário e o melhor disso tudo foi a constatação de que melhorou consideravelmente os números do colesterol, glicose etc em 02 meses, a ponto de sua médica já ter suspendido alguns medicamentos, sugerindo inclusive um case real sobre esse condicionamento na faculdade na qual ela da aulas é mole, fraco o bicho!

Então, vendo que a batalha era realmente pra valer, no meio desse embate mudamos a regra segundo a qual se os dois perdessem 10kg não mais teria um vencedor, seria decretado empate, como prêmio pelo esforço produzido por ambos. Bom, já batemos as metas, porém, Chip Hunter, você mostrou mais uma vez que o Suntzu está certo, se você conhecer a si próprio e não conhecer o inimigo perderá metade das batalhas, eu te menosprezei e você mostrou que é realmente um guerreiro, um cara de muito valor, ao ponto de me excluir do foco e pensar no seu alter-ego, é mole, tipo assim Rocft você é fraco, minha briga agora é comigo mesmo e eu estou vencendo o meu outro eu, aquele que só quer moleza, o bom vivant.

Portanto, Chip Hunter, tenho que admitir, você ganhou "I surrender", eu desisto, nós dois ganhamos em saúde, em qualidade de vida mas na proposta de nosso desafio por diversos fatores já citados você é o verdadeiro campeão. Parabéns!

Rocft

sexta-feira, 17 de julho de 2009

ESSA TURMA AINDA VAI LONGE... SE ATURAM A QUASE 20 ANOS

Então... e aí o Roger havia me pedido algumas vezes para escrever algo no blog.
Pensei, pensei, pensei muito...(afinal porque vocês acham que recebi o meu apelido??), então resolvi falar um pouco dos colegas, dos amigos, e dos grandes amigos que fiz ao longo do tempo e ao redor do pano verde.

Há mais de uma década, alguns a mais de duas, encontrávamos 3 a 4 vezes por semana, passávamos horas juntos, entrávamos nas madrugadas, e até amanhecíamos jogando este fantástico e fascinante jogo.

No início jogávamos o poker fechado, e ai vale ressaltar a habilidade de alguns destes amigos... o Gilenilson por exemplo era imbatível, como roubava, sabia tudo daquele jogo, agora ta só no cara crachá, mas continua fortíssimo, ganhos pequenos mas contínuos, grande cara, grande amigo, só não deixem ele queimado, senão ele “taca” ficha, literalmente. (se precisarem de alguma coisa é só ligar para o Gilenilson, podem falar que eu indiquei, ou compareçam a Rua Iguatemi, 236, 2º andar).

Cada um era conhecido e dotado de uma personalidade e trejeitos extremamente particulares e de fácil identificação, que me permitirei citar sem dar nome aos bois, ou seriam touros, muuuuu. Vamos ver quem adivinha quem são estes personagens.

Um deles, o mais honesto do Brasil, era contrário a tudo e a quase todos...se alguém fazia uma colocação, lá vinha ele dizendo “eu acho o seguinte.......” e sua opinião era sempre contrária, até que decidimos que ele sempre ganharia...então quando se iniciava a discórdia logo dizíamos..você ganhou..assunto encerrado..rs.
Aqui vale o provérbio “A honestidade sem as regras do decoro transforma se em grosseria, Confúcio" (será que sabem de quem estou falando?).

Tínhamos os chatos!!! Colegas, às vezes era duro de agüentar. Fazíamos concurso para eleger o mais chato, nem preciso dizer que os candidatos eram sempre os mesmos e o resultado invariavelmente também.(nesta categoria não quero qualificar ninguém até porque eu teria que me incluir nela, então.. next).

“Essa cerveja esta quente, esse vinho é uma porcaria... humm essa carne tá dura...temos que colocar um exaustor aqui... esse cheiro de cigarro me mata... se alguém fumar do meu lado eu vou embora”...vocês identificam estas frases...qualquer semelhança é mera coincidência...costuma-se dizer que após os 50, 60 anos as pessoas deixam de ter papas na língua, mas neste caso já é assim a mais de 20 anos, “num intendi”...Um grande cara e um coração enorme...

“Você sabia que minha chance é de 35,6578897558% de melhorar minha mão no turn e se isso não acontecer ainda tenho xyz% contra xxzczxx% de fechar no river, isso melhora minha probabilidade em 5455525,2552525%%% dividido por 2525,2525% sendo que podemos aplicar uma média ponderada para considerarmos a probabilidade, calculando o pot odds e a taxa de retorno, sem considerar a oscilação da bolsa, é claro e bla´bla´bla´, ALL IN. Fico até tonto com as contas que ele faz...pensa, pensa..pensa...e depois o pensador sou eu. (essa é molezinha).

Tinha também os “mate-leão” é, eles já vinham queimados...metiam ficha e depois, bom, o final do filme todos conhecem né? O mocinho morre no final, e muitos deles quebraram, infelizmente...(essa é mais difícil de adivinhar, até porque são vários)

Não quero citar nomes, então vou chamá-lo de Piriri, rsrs. Esse passou a ser o caçula da turma...Seu astral era sempre fantástico e lá era chamado de Arapiraca...perigosíssimo, imprevisível, e fichas, isso era o que ele mais tinha e atirava pra todo lado, ao final da sessão prometia nunca mais voltar, e no dia seguinte, adivinhem que estava lá?

Logo todos passaram a respeitar o “moleque” e Arapiraca mudou de significado, até porque o Asa de Arapiraca desclassificou o Palmeiras em pleno Parque Antártica, sinal de força, logo, Arapiraca passou a ser um nome de muito respeito, não acham ?

Meu velho amigo de pescaria e baladas, esse num é brincadeira não! Como dizemos aqui no interior “quando nois espaia ninguém junta”. Esse sou obrigado a dar o nome, Italo velho de guerra, temos histórias hein, grande cara, joga no time dos mais chatos, mais considero um grande amigo.(Outubro ta chegando, e estaremos em Corumbá “di novo”).

Não falei de todos, seria extremamente extensa esta pauta e mesmo assim ficaria alguém de fora, aqui vai apenas uma homenagem aos amigos de longa data.

Pois bem, o tempo passou, a antiga casa desleixou a turma se espalhou, e o nosso joguinho acabou, mudei para o Interior de SP e perdi muito contato com todos, exceto o Gilenilson, reuniões mensais no sindicato, até que um dia, em uma de minhas idas a capital, ele me levou ao Sete, e lá estavam todos eles, grata foi minha satisfação em revê – los e em saber que estão ainda juntos, todos bem, em uma casa muito bacana e se reunindo com muita gente boa, novos colegas que ainda não conheço bem, mais é nítida a qualidade das pessoas que nos rodeiam.

Agora, é contigo Roger, você tem a missão de continuar esta saga por no mínimo mais uma década, unindo novos e velhos amigos em torno to pano verde e muito mais do que isso fortalecendo amizades e relacionamentos pessoais que perdurem por tempos e tempos, criando amigos verdadeiros dentro e fora do GDR.

Tudo isso é apenas uma brincadeira, talvez alguns se encontrem nestas palavras, outros não, e alguns vão contrariar, certeza, mas, e daí? Tudo não passa de brincadeira.

Abraços a todos.

Edu